Era Montreal em 1976. O placar piscou e depois congelou.
Não se trata apenas de obter pontuações altas. 10 aparecerão. Primeiro. uma vez.
Nadia Comăneci simplesmente não venceu. Ela quebrou o sistema de classificação. Antes mesmo de ela completar o exercício de solo, os juízes já haviam dado a ela uma nota perfeita de 10,0. O computador não aparece direito. Tem apenas 3 números. É por isso que a leitura é 1,00.
Mas todo mundo sabe o que isso significa.
Esse momento mudou tudo.
Ao final dessas partidas, Nadia tinha sete 10 perfeitos. Ela não parou. Ela continuou pousando de forma limpa. Ela continuou segurando suas falas. Ela continuou desafiando a gravidade.
Sua contagem de medalhas reflete esse domínio.
- 3 medalhas de ouro
- Uma prata
- Um bronze
Uma das medalhas de ouro foi o individual geral. O evento mais difícil. O teste mais completo para ginastas.
Ela tinha quatorze anos.
A maioria das crianças desta idade se preocupa com álgebra. Nadia está reescrevendo as regras do desempenho humano.
O mundo inteiro está assistindo. As câmeras ampliaram.
Isso não foi sorte. Isso é precisão.
Quatro anos depois, as Olimpíadas foram transferidas para Moscou.
Em 1980, o clima era tenso. Boicotes políticos surgiram. Mas no tatame é pura competição.
Nádia voltou.
Ela não precisava de outra pontuação perfeita para provar seu ponto de vista. Ela precisava vencer.
E ela fez.
- 2 medalhas de ouro
- 2 prata
Sem bronze. Não há quarto lugar. Apenas desempenho de primeira classe, mesmo sob pressão.
De Montreal a Moscou, Nadia Comăneci é mais do que apenas uma ginasta. Ela era um fenômeno. A primeira pessoa a tocar em 10. A primeira a fazer com que pareça fácil.
O placar ainda está em exibição no museu. Exibido errado.
1h00.
Não importa.
Lembramos 10.




















